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.: Um Gole De Ideias :. -> Dois anos no ar!

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segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Sexo frágil

Livros de filosofia não deviam ser permitidos aos que estão em crise. Hoje cedo alguns existencialismos me assombraram e tornaram-me demasiado frágil diante da minha vida. Em tempos de igualdade de gênero peço de volta a ditadura do falo. Que falta faz aquele já conhecido olhar masculino que aterroriza e cala numa primeira instância. Verdade é que não metemos medo mais.

Dediquei-me essa manhã a leitura e reflexões, e já penso em prover um encontro com a fêmea em questão. Mas não sou eu que provenho nada, as agendas são comparadas, analisamos as possibilidades reais para que isso aconteça e enfim: sim ou não. Seria necessário que bastasse apenas a vontade, mas o mundo para os iguais exige sim uma série de novos acometimentos. Decidi mimar o ser que me carece, fiz um prato pro almoço, ela se desfez em ânsia e pressa.

No almoço de domingo vesti meu avental, sim eu tenho um avental, ignorei a imagem que refletia na porta da geladeira e me dediquei ao almoço. Rotina nos nossos dias eu ir para cozinha. Mas ainda não estou provendo nada, e sim a privando de um serviço de mulherzinha. Ah!, quem me dera ter de volta o tempo que se existiam ainda "Amélias"!

A pluralização das informações, do acesso a gigantesca mídia erótica também mudou o nosso sexo. Uma desenvoltura sexual de máquinas, o que queremos, e quero, devo confessar. Mulheres curvilíneas e ruidosas, homens como hastes inabaláveis e viris que durem horas de trabalho intenso e dilacerante. Ufa... Só de falar chega a me dar uma dor de cabeça.

Hoje eu anseio por chegar em casa e me livrar desses pensamentos todos que a mente de um homem moderno é exposto. Existia uma tal beleza que era explorar sem ser explorado. Meu pai teve sorte neste sentido. Ah!, que saudade que tenho do tempo que não vivi. Resta-nos fazer valer essa sensibilidade toda e perceber que a fragilidade é humana e não mais, ou erroneamente ainda, privilégio das castradas. Ou o contrário como tentei afirmar. Somos iguais, mas com valores, carências, e essencialmente felicidades extremamente diferentes.

2 comentários:

  1. Ai, que cara mala! Bobo e pateticamente frágil! Cozinhando e não recebeu nenhum valor em troca... eu conheço bem essa história... Mulheres sempre tirando proveito da sua pseudo-fragilidade. E elas se orgulham por sua força, mas fisicamente se levar um tabefe... Jesus! Para com isso, acaba o mundo e Maria da Penha desce aqui entre nós... EMBORA tenha mulheres muito mais fortes do que quaisquer homens.

    Pois é... "Ditadura do FALO"... Para os psicanalistas isso seria bem sugestivo. rs...

    Pois, entao... e seu pai teve muita sorte mesmo... pois naquela época éramos nós, homens, ou quase isso... que "explorávamos sem ser explorávamos"... mas vamos combinar uma coisa: as mulheres tambem tinha lá suas regalias para isso! Tudo empatado... o negocio que o Homem sobrepoe o homem e a mulher... a luta pelo poder é ferrenha e qualquer um que esteja na casta acima tentará tirar o seu proveito.

    Passar bem!

    Belo gole...

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  2. Aff... Ser homem e, ainda por cima, ser moderno requer sacrifícios inimagináveis. Por exemplo, abrir mão da dignidade para fazer uma mulher feliz. As mulheres que me perdoem. Mas é uma puta de uma sacanagem elas exigirem direitos iguais, mas na hora de pagar a conta caem fora. Que tal rachar?

    Pois bem, estou revoltadíssimo com o cara aí do texto. Sei lá, faltou amor próprio. Espero que essa raça seja suprimida pelos novos Neandhertais que estão surgindo por aí. Ah, me desculpe: bom texto, Fabrício.

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Muito obrigado pelo seu comentário (dose)!

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