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.: Um Gole De Ideias :. -> Dois anos no ar!

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segunda-feira, 20 de julho de 2009

O Homem Não Foi À Lua :: Conspiração 1


Há quarenta anos atrás, o homem fingia pisar na lua. A famosa frase “é um pequeno passo para um homem, um gigantesco salto para a humanidade” era ensaiada por Neil Armstrong em seu camarim, enquanto os contra-regras davam os retoques finais no estúdio comprado pela NASA para parecer com a superfície lunar.

Os três tripulantes do módulo espacial Eagle freqüentaram aulas de dramatização com George Walton Lucas Jr, ao mesmo tempo em que treinavam uma simulação de um passeio na Lua. Grande foi o investimento dos anunciantes para que este filme tornasse parte da história. Um mito televisionado e assistido por 700 mil telespectadores.

Uma semana antes da “viagem” a lua, George Lucas havia escrito um pequeno roteiro adaptado de um antigo projeto que não deu muito certo na faculdade. A NASA aproveitou-se dele, juntamente com a antiga União Soviética, que doou parte do que havia arrecadado com sua missão de mandar ideais bolcheviques para longe de suas fronteiras.

No dia da encenação que mudaria os horizontes dos seres humanos, muita gente que trabalhou para o acontecimento da Grande Farsa foi obrigada a sumir do planeta. “Como se fosse possível”, caçoou o então presidente da NASA. Um alvoroço pôde se ouvir do lado de fora do cenário lunar. Era Aldrin, o terceiro astronauta que chegava bêbado.

Como não havia mais tempo de arranjar um astronauta-ator de última hora, lançaram Aldrin, trôpego, diante das câmeras. O que, de certa forma, o ajudou para concretizar o mito da viagem a Lua. Andando bêbado de um lado para o outro, seus passos serviram de exemplo para Armstrong e Collins, que não havia ensaiado como caminhar na Lua.

Aldrin passou tanto mal que teve de ser internado, depois da peça. Collins esforçou-se tanto para fazer o melhor diante das câmeras que teve de ser operado de hérnia. Armstrong levou a melhor: dedicou-se ao Marketing, depois da sacada que teve em criar a frase que transformou seu autógrafo em fábrica de dinheiro, cada um valendo mil dólares.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Dualidade Sentimental

São nossos sonhos e vontades que percorrem a mente e o corpo pedindo aquela dose de êxtase que por vezes imploramos calados, pedindo com o olhar, com cada gesto. Enquanto isso o tempo passa, mas não com ele à vontade, o querer. Nos machucamos antes de entrar em campo de batalha. E uma parte vital se fere, o coração!
Caminhando na estrada querendo gritar aquele nome...gritar bem alto ao coração. Sentir que mesmo longe tudo esta tão perto, que tudo já é bom e se for melhor é lucro, um bônus.
A dúvida chega à mente: Do outro lado também há ferida e confusão? Por que do lado de lá existe um olhar arisco como o meu que se faz perdido mesmo quando estão em foco um com o outro.
É algo muito puro e inocente. Algo sem nome. Sem palavras. Sim por que elas nunca foram ditas...
Mas elas já foram sentidas... já pulsaram nas veias. Foi como se não houvesse manual mas eu sabia apertar o botão de ligar. Foi intenso pelo pouco que durou...mas não foi como eu tinha previsto, ou almejasse, foi como dois estranhos provando o fruto proibido. E tudo era tão “tabu” quando se possa ser. Mas não deixou de ser perfeito.
Realizador, pois a longa espera tinha terminado. E tudo era bom!
Tudo foi suficiente agora que aconteceu, mas já não basta mais que seja assim, agora falta algo que antes nada faltaria; a total entrega, as palavras que não sabemos dizer mas dizemos...dizemos ao coração. Isso preenche o ciclo completo da totalidade do que é perfeito.
Presente divino os momentos em que vivi no céu, onde os anjos cantavam canções a cada passo meu.
Tive receio que tudo retrocedesse, mas ainda abaixo do nível que tudo foi construído.
Ainda tenho esse receio.
Mas tenho uma saída de emergência : Abstrair! Minha última e desesperada opção.
É complicado, pois temos que abrir mão de uma parcela de nós mesmos para estancar a ferida que sangra. Quando ela existe e não é cicatrizada pelo que buscamos, ela dói. Sendo assim só temos uma única opção para fechá-la. Deixar para traz uma parte de você, deletar uma informação, um sentimento profundo, por que assim não dói mais. É o preço quando não conseguimos extrair a ultima gota.



Paranóia


Eu já até sei o que vai acontecer, quer ver? Ele vai chegar, com aquela cara de sonso, e vai me fazer elogios pra desviar minha atenção. Eu sei que mesmo sem querer eu sorrirei de volta. (que idiota, eu sou!) E aí começarão as desculpas pra me fazer acreditar que nosso relacionamento é o melhor do mundo, mas eu sei.

Não sou daquelas loucas que caçam mancha de batom em tudo que é colarinho que vêem pela frente. Mas não me peça um olhar despercebido. Eu vejo tudo! A cara de idiota que ele faz quando passa perto da ex, o jeito que ele olha para aquelas putas que ele insiste em chamar de amigas, o sorriso (depois te conto) pros amigos... tudo isso eu percebo!

Sabe quando você acaba se sentindo a pior das mortais por ter apenas subentendido uma traição? Então... Estou me sentindo assim agora. É sério! Semana passada encontrei com um amigo, meu ex, que me contou histórias horripilantes sobre o meu atual. Vocês pensaram: exageros de ex... Talvez! Mas na dúvida prefiro acreditar que um pingo de verdade sempre há. Contratei um desses pseudo-detetives e disse que só o pagaria por provas que realmente me convencessem... e até hoje, três semanas depois, ainda não tive nenhum retorno. Bom sinal, diriam os otimistas, eu digo: deve ser mais um amigo de infância dele!

Acho que vou chorar. As minhas rugas ressaltam, meu cabelo frisa... Acabou meu creme anti-idade, meu hidratante, sabonete... Minha calça não me entra, eu tô gorda! Deve ser homem que mede esse 36 da minha calça! Só pra me ridicularizar, e me manter no papel submissa de sempre. Droga! Borrei minha maquiagem. Não vou mais! Na dúvida da desculpa perfeita recorro à aliada feminina que nos priva de possíveis infortúnios: Amor... não vai dar... Tô com uma cólica!

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Showneral!


Michael Jackson deu a prova derradeira e irrefutável de que mesmo num momento fúnebre e indigno, podemos partir dessa para melhor em grande estilo. Melodias propícias, palavras envolventes e poucas lágrimas. Um fluxo incontrolável nas ruas e na internet. Um funeral que só fica atrás da cerimônia de posse do presidente dos Estados Unidos. Tudo muito excêntrico e controverso, à Micheal mesmo!


Abrindo alas para as muitas outras cerimônias póstumas megalomaníacas – sim, pois este funeral virou precursor de inúmeros que virão – várias celebridades vão querer um “showneral” estilo Michael. E estádios serão construídos, empresas se especializarão para a produção de um velório apoteótico, com transmissão via internet e noutras mídias. Já posso imaginar o quanto em dólar a indústria da morte movimentará no país.


Talvez, alguém até crie um símbolo, premiando o velório mais pomposo do ano. Sugiro um nome em homenagem a “Pai dos Shownerais”: Michael Jackson Best Funeral! E olha como fica bom: “– E o Michael Jackson Best Funeral deste ano vai para... Julia Roberts!”. E tem ainda o morto mais elegante, pois o caixão de Michael era adornado com ouro: “ – E o Best Dead vai para... Hugh Jackman!”.


E, claro, haverá outras categorias: a do morto mais comportado em vida, a da morte mais bizarra e por aí vai. O sossego fatídico de uma morte chorosa e lacrimosa acabou! A moda agora é dar show. Show em vida, show em morte. Acredito que não há melhor forma de passar para o lado de lá sem os aplausos e luzes de um grande evento. Os faraós que se cuidem. Nem pirâmide nem maldições, a onda agora é Showneral!

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