Este ano vamos conhecer o nosso (ou nossa) presidente (ou presidenta). É bom que desde já conheçamos o termo adequado “presidenta”. Provavelmente ganhe mesmo a Dilma, pouco sei de política, mas confio nos comentários de Arnaldo Jabor. Os gráficos dessa semana apontam Dilma, soberana, com 39% das intenções de voto; Serra com 34% e Marina Silva com lamentáveis 8%. (segundo o site G1, http://g1.globo.com/especiais/eleicoes-2010/noticia/2010/08/dilma-mantem-39-e-serra-34-em-nova-pesquisa-ibope.html)
E são várias as formas de se avaliar um candidato... Pesquisar seu passado com atividades políticas, investigar os erros (disso eles não falam), verificar os interesses... Conhecer melhor do que há por trás daquele número que a gente digita na máquina. Mas não temos tempo. O nosso cotidiano cerrado de compromissos inadiáveis, de compras inevitáveis, de conversas imensuráveis no Messenger, e de visitas às nossas páginas em algum site de relacionamento... Tudo isso indispensabilidades. Mumificados de atitude política, negamos nosso recente passado de caras pintadas e de exílios...
Já temos as piadas para os momentos de fracasso, já conhecemos a fama de nossos comediantes e as paródias possíveis com nossa vida política vexatória e lamentável. Sejamos mais sérios agora, meus caros, enquanto temos tempo. E se vier o contrário, que viva a comédia... Já estamos acostumados e até gostamos de pizza.
E são várias as formas de se avaliar um candidato... Pesquisar seu passado com atividades políticas, investigar os erros (disso eles não falam), verificar os interesses... Conhecer melhor do que há por trás daquele número que a gente digita na máquina. Mas não temos tempo. O nosso cotidiano cerrado de compromissos inadiáveis, de compras inevitáveis, de conversas imensuráveis no Messenger, e de visitas às nossas páginas em algum site de relacionamento... Tudo isso indispensabilidades. Mumificados de atitude política, negamos nosso recente passado de caras pintadas e de exílios...
Já temos as piadas para os momentos de fracasso, já conhecemos a fama de nossos comediantes e as paródias possíveis com nossa vida política vexatória e lamentável. Sejamos mais sérios agora, meus caros, enquanto temos tempo. E se vier o contrário, que viva a comédia... Já estamos acostumados e até gostamos de pizza.